histórias reais, vida real

Sobre superação

Raramente pessoas tão novas tem um AVC. Mais raro ainda é poder conhecer quem teve uma experiência igual. Eu e a Ni tivemos essa sorte! Não só eu como ela, tínhamos uma vida normal até que fomos pegas de surpresa.  para ela a dor de perder o movimento de uma das mãos, e para mim de metade do meu rosto. Trazendo nada mais nada menos que a vida real, hoje lançamos um novo projeto para compartilhar nossas experiências e inspirar quem precise com textos escritos por ela.

Welcome Ni! 

“Contar a minha história começa por quando eu quando eu REnasci. Quando me foi dada uma nova chance. De ser melhor. Quando Deus iluminou meu caminho (por mais que eu tenha demorado pra entender). Se você não me conhece, essa é minha história. Se me conheceu antes disso, preciso  me apresentar de novo.
Era um sábado. 9 de novembro. Maldito sábado. (Ou abençoado?). Dia normal. Fui pra academia. Precisava ficar magra pro verão a qualquer custo. Via as mulheres no instagram, magras e perfeitas. Mal sabia eu quanto Photoshop, angulo, luz  e bons e procedimentos estéticos tinham por trás disso. Hoje não me abala mais. Na verdade ás vezes. Enfim, fui pra esteira. Correndo além de todos os meus limites. Tiros de 17km. Logo eu, que não corria nada. Ironicamente me sentia bem, me lembro de pensar na sensação boa que o exercício traz. Meu pai desceu falar comigo, me pediu pra  ir devagar. “Não force filha.” Hoje em dia ele diz isso todos os dias. Ia almoçar com o meu melhor amigo. Já estava nos 35 minutos de exercício. Estava acabada.

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Foto que mandei pra um amigo minutos antes do AVC

De repente, pontada na cabeça. Pensei ver alguém atrás de mim,  não era ninguém. Nada. E em questão de segundos, eu sabia que alguma coisa MUITO estranha estava acontecendo comigo. Não tinha ideia o que. Mas sabia que era sério. Me joguei no chão. Estava na academia do prédio, não tinha ninguém na academia. Primeira reação, ligar pro meu pai. Me lembro perfeitamente da tremedeira pra discar o número. O celular no chão, meus dedos fracos. Minha voz devia estar péssima. Na hora ele já percebeu que algo muito errado estava acontecendo. Acho que ainda não tinha nada paralisado. Meu Deus! To mal agora só de relembrar. Fui até o banheiro. Caí. Me segurei na pia e fiquei ali jogada. Imagino que por pouco tempo. Minha madrasta chegou com uma medica. Me deitaram no chão. Logo então meu pai chegou. Uma série de perguntas “Nicole, você sabe onde você está? Que dia é hoje?” Blá blá blá. Eu sabia tudo. Estava 100% acordada e consciente. Mas acho que não falava direito, já que o lado esquerdo da minha boca já estava paralisado. Lembro da medica pedir pra eu levantar as duas pernas, uma de cada vez. A esquerda nem sinal de movimento. Mas eu não tinha essa percepção. Pra levantar o braço? Igual. Tudo isso ainda no chão, deitada. “É um AVC, sabia!!! Corre pro hospital. Agora!!!!”. Eu estava acordada o tempo todo.  Não tinha noção o que estava acontecendo. Nesse momento escorrem lágrimas dos meus olhos pra escrever. Meu Deus! Como é intenso  relembrar tudo. Fui carregada no colo até o carro que me levou pro hospital. Me lembro do meu rosto na janela como um cachorro sem dono, não tenho ideia o que passava na minha cabeça naquele momento. Cheguei no hospital. Foi tudo muito rápido. Questão de 30 minutos desde a ligação pro meu pai até dar entrada na emergência. Isso foi essencial.  Num AVC, quanto mais rápido o atendimento menos sequelas. E pode levar a morte. Por isso, eu sou grata por estar viva! Embora já tenha dito que preferia estar morta. Sim, que idiota!! Enfim, Cheguei no hospital.  Desesperada. Não sabia o que estava acontecendo. Eu nem sabia direito o que era um AVC. Já em uma daquelas macas de hospital eu ouvia os médicos e enfermeiros  “Nicole, 20 anos, AVC isquêmico.” Muita gente falando. Muita luz. Podia ver que estavam todos nervosos, apressados. Finalmente resolveram falar comigo. “Nicole, você usa drogas? Usou alguma coisa nas últimas 24horas?” Não, não, não. Continuaram perguntando, como se eu tivesse mentido. “Caraca!!!! Não!!!”  Logo que entrei me deram a tal da injeção para que o fluxo sanguíneo voltasse ao normal. (Acho que é isso. Eu nem lembro) Me lembro da sonda, caso eu precisasse fazer xixi. Horrível, diga-se de passagem. E finalmente alguém resolveu me explicar o que estava acontecendo ali. “Oi Nicole, eu sou amigo do seu pai da hipica, sou médico aqui no hospital. Você teve um derrame, mas vai ficar tudo bem.” Algo do tipo. Mas me lembro dele ser um querido. Continuavam repetindo: “Nicole, 20 anos, AVC isquêmico.” Me colocaram  dentro da máquina da tomografia. “Nicole, precisamos fazer uma tomo da sua cabeça. Tem um campainha aqui. Se precisar é só apertar.” Vocês já entraram nessa máquina!? É o inferno na terra! Pra quem já estava desesperada, só piorou. Eu precisava muito fazer xixi!!!! Acho que apertei a m* da campainha umas 20 vezes. “Nicole, pode fazer, você ta de sonda.” Eu simplesmente não conseguia. Meu Deus que minutos angustiantes. Eu chorava. De soluçar. “Moço por favor me tira daqui. Eu preciso sair!” Mas eles já estavam terminando. Só mais 5 minutinhos. Era importante. Não tinha como fugir.  Os 5 minutos mais longos da minha vida. Ou talvez não foram só 5. Eu continuei apertando a campainha. Chorava como uma criança. Eles continuavam dizendo que estava acabando. Eu não conseguia fazer xixi naquele porcaria daquela sonda.  Horrível. Acho que depois disso fui pro quarto. Eu era transferida de uma cama pra outra em cima de um lençol. Eles seguravam o lençol comigo em cima, levantavam e passavam pra outra cama. Eu não conseguia nem me virar. Lembro de me sentir um caco. Humilhada. Um lixo. Debilitada. Completamente.
Já Na cama da UTI. “Nicole, o lado esquerdo inteiro do seu corpo está paralisado. Você teve um AVC.” Como assim!? Era inacreditável. Que desespero!!!! Não tem outra palavra. De ses pe ra dor. Não podia levantar pra fazer xixi, mal conseguia puxar a coberta da cama. 3 dias sem me olhar no espelho. 3 dias na UTI. Pareceu uma eternidade. Na primeira noite acordei aterrorizada, acho que  meu choro era  tão desesperado que a enfermeira permitiu que meu pai dormisse comigo (na UTI é proibido acompanhantes a noite). Ligaram na minha casa, me lembro de passar o numero falando completamente enrolado. Foi tão traumático que tem coisas que eu nem me lembro. Minha mãe chegou no dia seguinte, dormiu comigo os outros dias. Diz ela que eu nem falava. Não consigo me lembrar da UTI. Diz minha mãe que meu olhar era de medo. Estava assustada, eu estava fora do ar.
Já no quarto normal, me lembro de mexer a pontinha do pé pela primeira vez. Acho que 4  dias depois do derrame. Ufa!!!!!! Ainda temos esperança, dizia a médica.  Que esperança!? Eu pensava. Não mexi praticamente nada. Só quero minha vida normal de novo!!  E aí mexi o pé inteiro. De repente levantei a perna. Depois dobrei. E quem disse que isso pra mim era vitória!? Que revolta. Não consigo ir ao banheiro sozinha e vocês me chamam de vitoriosa!? Puta merda!!! Cadeira de rodas, banhos dados pela minha mãe, estava 100% dependente. Não queria visitas. E as pessoas continuavam aparecendo. “Porra mãe!!! Para de deixar as pessoas aqui.”  não queria que me vissem daquele jeito. Inteira debilitada. Falando enrolado, acabada numa cama de hospital. Era revoltante.

UNICA foto que tenho no hospital. Visita de uma das minhas melhores amigas. Me lembro dela tentando me animar. FAIL!

Não, eu não conseguia enxergar lado positivo. Só dormia com meditação e minha mãe do lado. Queria meus pais e só. Diz minha mãe que eu falava com eles como uma criança de 2 anos. Que eu ainda estava fora do ar. Continuava sem  entender muito. Que noites!!!! Que dias!!!! Não gosto nem de lembrar. Dois dos meus melhores amigos entraram no quarto, não sei depois de quantos dias. Eu chorei, chorei, chorei. Nunca me esqueço. Não recebi muitas visitas. Eu não queria. E nem podia. Tinha muita gente preocupada. Obvio. Eram muitos exames….. me viraram do avesso! Um exame mais desagradável que o outro. Injeção na barriga todos os dias. Eu odiava os médicos. Eles não me passavam segurança alguma. Fazia fisioterapia todos os dias sem levantar da cama, porque eu nem consegui. Uma semana no hospital. Acho que só no último dia comecei a entender o que realmente estava acontecendo. Tive algum progresso na perna. Me diziam que eu estava de parabéns! Eu estava derrotada. Não queria nem tomar banho. Juro que não lembro de muita coisa.  Apaguei da memória.  Bloqueei. Sei que depois  de uma semana consegui  levantar sozinha. No último  dia de hospital. Acho que só eu achei que estava levantando  direito, porque correram me segurar. Sem muita certeza do meu diagnóstico, tive alta. Disseram que era uma doença autoimune. Ninguém saiu satisfeito. Hoje sabemos que não foi. 1 semana em casa, feliz com a força das minhas amigas. Mas ainda mal. Fui melhorando. Me lembro de não conseguir sentar no sofá. Não tinha força. Meu melhor amigo me carregava e me ajeitava. Quem tem amigos tem tudo. Recebi tantas mensagens lindas, me lembro até hoje. Lembro também de quem não mandou. Meus amigos me visitavam bastante. Minha família me deu muito carinho, cuidaram muito de mim. Eu fazia fisioterapia todos os dias, e detestava!!!!!  Banho só com alguém dentro do chuveiro comigo. Sentada num banquinho. Andar não mais que 200m. Nem fazer xixi eu conseguia sozinha. Me sentia devastada ainda. Tinha muita vergonha.

Depois de uns dias em casa…  só estávamos esperando autorização pra pegar um avião. Vamos pra São Paulo. Só fazer uma consulta, depois a gente volta pra casa, diziam meus pais.  Eles são separados, mas foram os 2 comigo. Isso pra mim foi essencial. Eu só queria eles, mas Não queria ir. Fui. E não voltei. Fiquei. Mais uma semana, um mês….. Acabei ficando 2 anos. Chegando lá, mais 1 semana internada. Meu novo medico precisava refazer todos os exames. Pqp, tudo de novo!!!!! Mais fisioterapia no quarto. Estávamos felizes com o novo neurologista. O hospital então…. parecia um hotel. Meu Irmão foi pra lá. Eu rezava por uma visita. Dele ou do meu pai, porque não conhecia ninguém naquela cidade. Minha diversão era que trouxessem comida de um dos restaurantes do hospital. Ou chocolate. Ou qualquer coisa que me tirasse daquela monotonia. Não era mais um desespero por estar no hospital. Essa parte já estava lá atrás, graças a Deus! Só era triste. Muito triste. Não queria estar ali, naquela situação. Não conseguia aceitar. Mas estava tentando. Dia pós dia. Mas ainda era revoltante. 1 semana internada, mais trilhões de exames. Tive que ficar definitivo  em São Paulo. No começo Respirando e vivendo fisioterapia. Que coisa cansativa!!! Ficava esgotada. Surreal o cansaço mental. Inexplicável.

Uma das que eu tinha que fazer na fisio. Não consigo explicar o quanto era exaustivo.

Eu ainda não conseguia andar sem muita ajuda. Tentava sair andando na frente,  ninguém ficava muito confiante. Não conseguia usar rasteirinha. Tênis não  todos. Salto???? Esqueça! Andava mancando, tropeçava muito. Escadas eram desafios.  Mal conseguia comer, minha boca ainda estava torta.

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Meu rosto 1 mes depois do AVC
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Meu rosto hoje em dia

Meu braço ainda nem sinal. Parecia boneca de pano. Mão como se não existisse.  Meu corpo estava totalmente sem sinergia. Fisioterapia, fisioterapia, fisioterapia…. de todos os tipos. Era só isso. De segunda à sexta, das 7 ao meio dia.  Até que eu consegui por o braço em cima da mesa. Olha só que coisa simples. Mas nossa, que desafio! Era tão difícil…. Eu carregava o braço como um bebê, puxava ele com o direito pra movimentá-lo. Imagina só!! Eu nem lembro quão ruim era. Fui melhorando o braço. Cada vez mais. Até que eu conseguia levantar. Depois dobrar. Tudo  devagar. Movimentos bem limitados. Parecia um robô. Demorou muito pra chegar aí. Até que eu mexia ele normal. Tá bom, quase normal…. até hoje não é 100%. Fui passar as férias onde estava minha família e amigos.

Na verdade eu não podia ter ido. Meus fisioterapeutas não deixavam. Mas eu não estava nem aí! Precisava daquilo. Fui.  Foi bom e foi ruim. Não era legal ver minhas amigas ali, normais… vivendo a vida que eu tinha antes. Egoísta, eu sei. Hoje eu já aceito. Amo minha vida. Minhas amigas me davam banho, arrumavam meu cabelo…. 2 ou 3 semanas depois, voltei pra São Paulo. Isso já era 2016. Janeiro. Realidade chamava. Foram 2 anos de fisioterapia em São Paulo. Aos poucos a vida foi voltando ao normal.

Eram grandes vitórias quando eu conseguia fazer exercícios com o braço na academia. Essa foto já faz 2 anos.

Já viajava, saia… minhas amigas iam me visitar em sp. Eu também voltava pra casa. A revolta passou aos poucos…. aí veio a aceitação. Ou quase ela. Veio  também a pena. Que horror né, sentir pena de si mesma.  A vergonha nunca foi embora. Talvez  hoje esteja indo. Antes era muito pior…. Até que eu conheci uma pessoa. Que hoje é  pai da minha filha.

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O Thiago é meu maior companheiro hoje em dia. Mas foi um dos grandes desafios de voltar a  ter uma vida normal).

Ele era muito mais velho que eu, que vergonha eu tinha!!! Saímos comer uma pizza e eu só comi um pedaço, porque tinha vergonha de pedir pra ele cortar.  Aos poucos foi passando.  Começamos a namorar. Pra conhecer os amigos dele, horrível.. me sentia mal. Tinha que contar pra cada um que eu conhecia. Me sentia péssima.  Enfim, passou.

Hoje todo mundo já sabe. Tem gente que até esquece. Meu braço melhorou muito, apesar da minha mão ainda não mexer. Minha perna é praticamente perfeita. Hoje me aceito mais que nunca.  Mas ainda tem muito caminho pela frente. Tive uma filha, que me deu forças e esperança de novo. Me reinventou.

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Cada dia que passa me sinto mais segura. Sinto mais orgulho e amor próprio. Já vivo uma vida praticamente normal. Vivo com as minhas limitações, mas faço tudo. Tá bom, quase tudo. Sou uma versão melhor de mim mesma.  Aprendi muito. Cresci. Hoje sinto necessidade de compartilhar essa história com as pessoas porque tem gente que precisa. Eu precisei, quando era eu numa cama de hospital, desiludida. E não tinha ninguém. Era tudo que eu queria, alguém que me dissesse que já esteve ali, e ia ficar  tudo bem.  Alguém que eu pudesse me espelhar, e tomar como exemplo.  Assim como hoje eu tomo a Duda, que venceu praticamente as mesmas batalhas que eu. Eu sei o quanto é difícil, mas só quem passa por isso sabe. Ela sabe.

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Um dos maiores desafios pra mim nos últimos tempos, dar banho na minha filha. Não, não consegui tudo sozinha, mas poder ter esse momento já valeu

               Hoje acho que minha missão é compartilhar meus aprendizados com quem quiser e precisar. Porque é uma história única, e rara. Que da pra tirar o melhor. Dificuldades todo mundo passa, maiores ou menores. Hoje me coloco no lugar dos outros. E se eu não tivesse conseguido o movimento da perna de novo? E se eu ainda tivesse a boca torta? E se eu tivesse morrido? E se eu tivesse entrado em depressão? E por aí vai. Eu venci essa batalha, assim como a Duda. Na verdade não, a gente vence todos os dias. Sempre um novo desfio. E o universo cruzou nossos caminhos pra fazer o bem. A quem quer que seja.  É isso que eu acredito. Que o mundo precisa disso. De coragem. Pra superar. Pra seguir em frente. Pra vencer. De ter mais gente pra se inspirar, assim como ela me inspira e vice-versa.” 

ni e du

Espero que possa ter agregado algo à sua vida.

Com carinho,

Nicole Freire

 

 

 

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33 comentários em “Sobre superação”

  1. Meu Deus! Quando acho que não posso mais me surpreender, chega uma história dessa e me mostra como conseguimos ser seres humanos incriveis! Que orgulho de voces ❤❤❤

  2. Ni
    Nunca te perguntei como tudo aconteceu pq de verdade pra mim vc é mais que perfeita, e pq não seria? Mas ler tudo isso me deixou tão triste pelo seu sofrimento, mas ao mesmo tempo mais orgulhosa de saber que vc passou por tudo isso e hoje tá aqui, linda, feliz e vencedora!!
    Vc é uma inspiração pra mim, e tenho muito orgulho de vc fazer parte da sua vida !
    Continua escrevendo, sobre qualquer assunto, vou amar ler!!!!
    Te amo, vc é fodaaaa!!!!
    Muitos beijos
    Pati

  3. Nossa como vc é forte, guerreira, admiração sem mesmo te conhecer, espero que vc possa se superar a cada dia, já venceu, história linda de superação, fiquei muito emocionada! Que Deus te abençoe muito, já te vi algumas vezes pois sempre vou com meu marido comer Japa no Alpha, nunca imaginei que vc pudesse ter uma história como essa! somos concorrentes meu marido conhece o seu! Vou te colocar em minhas orações, Parabéns por essa garra e Vitoria❤️🙏🏻 Beijos Hellen Rodrigues

  4. Na flor da idade com tantas batalhas e provações, não tive o mesmo problema mas um acidente me fez ver a minha vida de outra forma e hj muitos anos depois carrego comigo muitas lembranças e superação.
    Que bom que a vida está fazendo o mesmo com vcs. Parabéns por dividir com a gente 👏👏👏

  5. Oi Nicole
    Soube do seu AVC um ano depois…fiquei pensando “como pode, ela é muito nova”. Mas Deus tem propósitos para nossas vidas para que possamos aprender a valorizar a nossa existência. Também sofro, tenho alopécia areata e as vezes me sinto envergonhada, diminuida…mas tenho que seguir, aprendendo a conviver com esta doença. Sua história de superação é linda! Fique com Deus!
    Bjo
    Dani (fui sua professora na Lumen quando vc tinha 2 para 3 anos)

  6. Lindo Ni! Chorei do começo ao fim do texto! Tão legal ver sua superação, te admiro muito! Apesar de não sermos próximas, eu amo acompanhar você e sua filhota linda!
    Um beijão, que seu mundo seja lindo, leve, maravilhoso e cheio de alegrias!

  7. Ni, já tínhamos conversamo muito pouco sobre isso e sabia de algumas angústias quando estava grávida! Mas como Deus é perfeito, tudo da certo! Realmente vc é um orgulho e uma inspiração! Parabéns! Continue lutando e vencendo cada etapa! Te admiro muito! Vc e a Duda! 😘

  8. Amiga, que orgulho que sinto de você!!
    Fiquei emocionada demais!
    Você é maravilhosa! Você é foda!!!
    Amo vc!!
    ❤️❤️❤️

  9. Que emocionante! Orgulho de você ni, você é uma pessoa incrível, uma guerreira! Você inspira a todos. To muito feliz por ver você assim.. feliz! Continue escrevendo pq essa história é linda, vou amar ler e tenho certeza que muita gente também! Você é demais, te amooo 💗

  10. Eu lembro direitinho do dia que conheci você. Maravilhosa! E aí eu fui descobrindo que essa beleza toda aí é só reflexo do que você tem por dentro. Que sorte a minha você ter entrado na minha vida. É muito lindo e especial saber da sua história e participar um pouquinho dela! Você não para de me impressionar. Te amo!

  11. Ni
    Vc é uma pessoa especial. Sempre foi. Te admiro mto.
    Parabéns por contar sua história com um intuito tão nobre de ajudar as pessoas.
    💕

  12. Ni, que texto humano e real! Me senti do seu lado durante todos esses momentos. Não teve como não se emocionar. Continue escrevendo e dividindo todas as suas superações com o mundo. Te amo!!!

  13. Pessoas que passaram pelo que vocês passaram e até mesmo que não passaram, como eu, precisam ler histórias como essa pra poderem se emocionar e entender que tudo na vida tem um sentido e hoje você é feliz com a vida que Deus escolheu e com essa nenem maravilhosa que eu babo nos snaps… seja feliz Ni, da forma que escolher, você merece.
    Ps: lindo texto, leva jeito!!
    Bjo: FEFA Simões

  14. Nicole!! Vi os videos da Dani e resolvi ler a sua historia, me emocionei, de verdade!
    Você ter se aberto e realmente ter contado como se sentia, e ver como sua vida deu voltas e hoje você é abençoada por essa filha linda, isso é demais!
    Só queria te passar essa energia positiva aqui, ler seu relato me sensibilizou demais principalmente por ver que vc conseguiu vencer esses obstáculos! Parabéns mesmo Ni, que a vida só te abençoe! E parabéns por sua família, muito amor pra vocês! 😘😘

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